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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Curiosidades sobre a Jabuticabeira e a Jabuticaba

Em condições climáticas normais, o período entre a floração e a maturação da fruta compreende cerca de quarenta dias
Depois de madura, sua durabilidade não vai além de cinco a sete dias.
A jabuticaba, ao contrário de outras frutas, depende mais de chuva de que do sol. A chuva se torna prejudicial somente nos dois ou três depois de abertas as flores, período em que ocorre a polinização. Para a polinização é imprescindível a contribuição das abelhas. A jabuticabeira tem uma copa arredondada e totalmente fechada pelas folhas, que são miúdas. Ao se abrirem as flores, as folhas caem e, assim, espaço é aberto para a aproximação das abelhas. Findo o período da polinização toda a árvore se refolha.
Pode-se chupar de cinco litros ou mais de jabuticaba e ficar plenamente satisfeito, mas uma hora depois, outro tanto é plenamente consumido pela mesma pessoa.
Pessoas com tendência a prisão de ventre devem ter certo cuidado ao chupar jabuticabas. Quem engole os caroços (sementes) crê que o ressecamento intestinal é causado por eles, mas, nas verdade, deve-se o "entupimimento" ao fato de o suco da fruta funcionar como secante. Portanto, o desconforto não é provocado pelos caroços. Estes apenas agravam a situação. O ideal é ingerir fibras. Aos que têm o problema, aconselha-se mastigar e engolir algumas cascas da própria jabuticaba e não engolir caroços.
Em tempo de jabuticaba, mulheres se postam nas esquinas de Ouro Preto com os respectivos balaios cheios das "pretinhas". É um dinheirinho extra que ganham, na venda da fruta aos turistas. As frutas são colhidas pela madrugada e levadas para Ouro Preto no bagageiro de ônibus. Toda a produção se localiza nos distritos. Nos quintais da sede do município, a jabuticaba é fruta rara.
Em Cachoeira do Campo, a venda fica por conta de adolescentes postados junto aos vários "quebra-molas existentes no trecho urbano da "Rodovia dos Inconfidentes". Os politicamente corretos compram a fruta nos quintais produtores, outros as furtam descaradamente para vender
Como o processo de deterioração da fruta se processo muito rápido, a melhor maneira de consumi-la é diretamente na jabuticabeira. Para isso, é melhor vestir uma roupa velha e subir na árvore sem preocupação com a sujeira. As frutas crescem em meio às milhões de flores secas, que formam uma grande massa marron. Quando o tempo está chuvoso, o incômodo se torna maior, mas, em compensação é quando a jabuticaba está melhor. Quem escala um jabuticabeira, para colher jabuticabas, tem que se integrar com a árvore, sentir-se quase um galho dela.
Só assim, pode-se melhor sentir o prazer de destacar a fruta e levá-la diretamente à boca, mesmo que contenha algum cisco. Assim como as frutas são vendidas para os atravessadores que as apanham para vender nas ruas, há proprietários que as vendem para os que se dispõem a saboreá-las diretamente no pé. Combina-se o preço e o comprador se farta da fruta, sem direito de carregar para fora dali. Consome-se o que aguenta e pronto. Quem não se dispõe ao incômodo de subir na árvore, sujar-se, arranhar-se e correr o risco de uma queda, não tem o direito da escolha das maiores, das mais doces, das mais brilhantes, etc.
A jabuticaba é muito frágil, mas a jabuticabeira é justamente o contrário. Sua robustez impressiona. Entretanto, ao escalar uma há que se ter o cuidado de verificar o galho em que se firma. Estando verde, um ramo da grossura de um dedo resiste se utilizado como apoio em sua junção com o tronco ou galho maior. Entretanto, se estiver seco, ali estará o perigo, não importando a grossura do galho. Antes de se firmar com os pés ou as mãos, é indispensável saber se está seco ou verde. E é fácil a identificação. Se tiver folhas nas extremidades, está verde. Se não as tiver, procure outro ponto onde pisar, porque o chão o espera.
Finda a curta temporada da jabuticaba, a jabuticabeira deixa de chamar a atenção e assim deve permanecer por um ano, mas algum tempo depois ela renova toda sua casca. Do tronco até às pontas dos ramos, a casca se solta em pedaços, para que outra tome o lugar. Nesse fenômeno reside curiosa defesa da árvore. A chamada "erva de passarinho", praga que abafa qualquer árvore maior, não tem vez com a jabuticabeira. A erva se estende sobre sua copa, mas na troca da casca, perde sustentação e morre. Talvez seja a única árvore que não se deixa dominar pela "erva de passarinho".
Entre as aves há uma espécie que também aprecia a jabuticaba, tanto quanto nós humanos. É a maritaca (maitaca ou maracanã em outras regiões), que a esta época sobrevoam Cachoeira do Campo em grandes bandos barulhentos à procura da fruta. O curioso é que, enquanto ocupadas com as frutas, elas permanecem em silêncio total, como se por medo de serem descobertas. Só se escuta o barulho das cascas caindo no chão. Ao se verem descobertas alçam vôo na maior algazarra. Ainda bem que elas não descem muito pela árvore. Limitam-se à copa. Se descessem, talvez não sobrasse muita coisa para nós outros.
A Festa da Jabuticaba, promoção anual do Lions Clube de Cachoeira do Campo, que tem acontecido, às vezes, depois que elas se foram, será realizada mais cedo neste ano. O evento está marcado para os dias 10, 11, 12 e 13 de outubro. Possivelmente alguma jabuticaba haverá, pois algumas jabuticabeiras se adiantam na produção. Entretanto,, o forte da safra mesmo deverá ser no fim de outubro, a partir do dia 26.



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